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Eva - Vanessa - Camargo, 16 primaveras super coloridas e 1,64 de coisas nada interessantes.
A questão de: onde moro, deveria ser um pouco mais fácil de ser respondida, mas digamos que atualmente moro em dois lugares. Durante a semana, moro no alojamento da escola onde estudo, em Itapetininga, e aos finais de semana venho para a casa de minha mãe, numa cidadezinha incrivelmente pequena e que tem por hobby, falar da vida dos outros. Estudo agropecuária e estou no último ano do ensino médio, o que muito me anima! Depois de doze anos, quase saindo da escola!
Apaixonada por pessoas, livros e chocolate, amadureci muito cedo (precocemente mesmo), mas isso não me impede de assistir desenhos aos sábados e pedir colo para os amigos e familiares.
Sou louca, louquinha e desejo ter o mundo todo nas mãos. Abdiquei do amor, sério.. chega disso! (hahahahaha) Conhecer, se aproximar, começar a confiar, se apaixonar, se foder.. é o ciclo! Não que seja uma daquelas recalcadas que fingi não acreditar no amor, mas sai pra toda balada desejando encontrar o príncipe encantado, mas só acredito quando alguém for capaz o bastante para me provar ao contrário. Enquanto isso não acontece, não acredito. E apesar disso, adoro escrever sobre amor, adoro escrever sobre ter esperanças.. talvez, é porque no fundo (bem lá no fundo) eu desejo ardentemente que isso se torne, um dia, real.
Escrevo desde os meus quatro anos de idade, onde meu irmão mais velho me ensinou a ler e escrever pelo puro prazer de poder me zoar (é muito amor, af kk) e já li a seção inteira de livros infantis da biblioteca da minha cidade, tanto que não dá para contar - ou melhor, perdi a conta mesmo!
Descobri ultimamente a beleza do desapego. Eu não bebo porque sou uma adolescente rebelde, que quer mostrar ao mundo que é dona do seu próprio nariz, e sim DEGUSTO! É, parece coisa de alcoólatra, mas eu realmente amo - A M O, A-M-O, A!M!O! - beber!
Simplesmente, só quero que entendam uma única coisa que desejo para mim e todas as mulheres: QUE NOSSO RÍMEL DURE, NOSSO SALTO NÃO MACHUQUE E QUE NOSSO WHISKY NÃO ACABE!
Sou tão sentimental quanto um tijolo, uso da ironia em qualquer situação e perdi o medo de coisas e pessoas, principalmente das coisas que faço, quando realmente vi que a única coisa que importa sou eu. Nada mais.


 

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